Espaçolaser lança”Beleza à Flor Da Pele”, livro sobre a prática milenar da depilação
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Espaçolaser lança”Beleza à Flor Da Pele”, livro sobre a prática milenar da depilação

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Na última quarta-feira (12/08), mediei um bate-papo para convidados do Espaçolaser, maior rede de depilação à laser do mundo (e 100% brasileira!). A marca, que foi fundada em 2002 e tem mais de 500 unidades, acaba de lançar o livro Beleza à Flor Da Pele — Depilação, suas influências históricas, culturais e de comportamento, todo dedicado à história da depilação em diferentes eras e civilizações. A pesquisa histórica é interessantíssima e fala de métodos, ingredientes inacreditáveis e comportamento social. O volume também traz informações sobre as preferências brasileiras, a mudança no comportamento masculino contemporâneo e o impacto ambiental que a gente nem imagina que os nossos hábitos de depilação podem ter. Ele ainda é um convite à pensarmos sobre depilação a partir do viés de conforto pessoal, usando a tecnologia para mantermos a liberdade de escolha e estilo. Selecionei cinco informações que me chamaram atenção no texto assinado pela jornalista Dani Hirsch, dá uma olhada!

Uma prática milenar 
Métodos de depilação que a gente conhece hoje foram, na verdade, criados há milênios. Segundo o livro, entre os egípcios, por exemplo, a depilação total dos pelos do corpo entre homens e mulheres era um sinal de higiene, porque evitava a proliferação de parasitas e piolhos, mas também um sinal de riqueza. Foram eles, inclusive, que inventaram um método similar à cera que a gente usa até hoje — e estamos falando de uma civilização que viveu entre os séculos 4000 e 2000 a.C. Outro método que há alguns anos parecia novidade é a depilação com linha. Ele é usado desde o Império Persa, que viveu seu auge 500 a.C. Por lá, depilar as sobrancelhas era, inclusive um ritual de passagem da fase infantil para adulta.

Ingredientes surpreendentes 
A pesquisa de Dani Hirsch revelou uma personagem incrível: a médica ginecologista Trotula di Ruggiero, também conhecida como Trotula di Salerno. Ela era um dos membros da Escola de Medicina de Salerno, a primeira instituição de estudo e pesquisa não controlada pela igreja Católica aberta também para a participação das mulheres. Seus textos reúnem informações sobre saúde das mulheres antes, durante e depois do parto e uma receita para a depilação feminina permanente: um combinado que levava ovos de formiga, goma de hera, vinagre e trissulfeto de arsênico (ui!). Segundo estudiosos, seus textos inauguram a literatura médica sobre o corpo, saúde e sexualidade da mulher.

Poção mágica
Na Idade Média, revelar os pelos das axilas femininas era altamente erótico. Tudo isso porque os pelos da região debaixo do braço davam uma pista da coloração e textura dos pelos pubianos. Estes eram, inclusive, ingrediente para feitiços de amor!

Ferramentas naturais
Os povos indígenas que vivem deste lado do Oceano Atlântico tem mesmo menos pelos, mas também fazem depilação. As ferramentas variam: pinças de madeira e ossos, pele do peixe-lixa ou a língua do pirarucu. Nas tribos do Alto Xingu, a cera de abelha é usada até hoje para depilação.

Dados de descarte
Segundo o livro, 2 bilhões de lâminas de barbear são descartadas todos os anos nos EUA. E, na Austrália, 5,6 toneladas de cera são encaminhadas para aterros sanitários anualmente. O time do Espaçolaser criou a Calculadora da Depilação que aplica uma métrica parecida aos nossos hábitos. Fiz uma conta dos meus anos de depilação com lâminas e, segundo a calculadora, já devo ter enviado mais de 100 unidades pro lixo. Chocante! Clica aqui para fazer a sua conta!

O livro completinho está disponível para download gratuitamente aqui no site da Espaçolaser: dá uma olhada!

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